Páginas

domingo, 27 de novembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

MENSAGEM DO NATAL

Universalidade Espírita: MENSAGEM DO NATAL: O Natal exprime renovação da alma e do mundo, nas bases do Amor, da Solidariedade e do Trabalho. Dantes, os que se anunciava...

CONSELHO ESPIRITA INTERNACIONAL
FEDERAÇÃO ESPIRITA BRASILEIRA

Eis a mensagem do Raul para todos.

Eis a mensagem do Raul para todos.
Eis a mensagem do Raul para todos.
De: Alamar Régis Carvalho

CONSELHO ESPIRITA INTERNACIONAL
FEDERAÇÃO ESPIRITA BRASILEIRA

Links em Forum Espírita

 Clique no link abaixo para acessar postagens

CONSELHO ESPIRITA INTERNACIONAL
FEDERAÇÃO ESPIRITA BRASILEIRA

Porque Matar Seu Filho?


Os três funcionários daquela secção já não eram apenas colegas de trabalho, eram bons amigos.
A senhora que ocupava o cargo de chefia era uma espécie de mãe para os dois rapazes que dividiam com ela as atividades diárias.
O horário de expediente não era próprio para intensificar a amizade, e o tempo do cafezinho era curto para travar uma conversa mais demorada, por essa razão o moço Ronaldo, já casado, convidou o amigo para visitar sua casa.
Raul, o jovem solteiro, passou a frequentar o lar do colega e os laços do afeto se estreitaram também com sua jovem esposa.
Passado algum tempo, o casal comemorava o nascimento da primeira filha.
A alegria tomou conta daquele lar com a chegada da pequena Ana Cláudia.
O tempo passou e um dia Ronaldo chegou ao trabalho meio cabisbaixo, o que não passou despercebido ao amigo, sempre atencioso e sensível.
O que está acontecendo, meu amigo? Perguntou Raul.
Ronaldo disse-lhe que algo o estava preocupando muito, mas agora não era o momento para falar no assunto.
Naquele dia ele convidou Raul para tomar o cafezinho, alguns minutos antes. Precisava desabafar.
Mal se sentaram à mesa e Ronaldo disse ao amigo: você sabe que minha filha acaba de fazer dez meses e minha esposa está grávida outra vez?
Não deu tempo para o amigo se manifestar e completou, aborrecido: mas eu não vou aceitar esse filho. Já marcamos o aborto para amanhã cedo. Vamos tirar a criança.
Raul sentiu como se o chão lhe faltasse sob os pés. Como cristão, não conseguia entender como um pai e uma mãe têm coragem de cometer um crime desses.
Ronaldo continuou suas justificativas dizendo: não dá para aceitar um filho logo em seguida do outro. Nossa menina está com apenas 10 meses...
Raul agora entendera melhor as razões do amigo e perguntou com sincera vontade de obter uma resposta séria: mas, e por que você deseja matar seu filho?
A pergunta caiu como uma bomba no coração de Ronaldo. Ele ainda não havia pensado na gravidade da situação.
Pensara em aborto, mas não no que ele representa: um homicídio.
Raul ainda lhe fez mais uma pergunta: e se sua filha vier a falecer, como ficarão as coisas?
Ronaldo ficou desconcertado, abaixou a cabeça, terminou de tomar seu café e voltaram, ambos, para o trabalho.
Raul tinha atividades no seu templo religioso e como a reencarnação é parte das suas convicções, rogou com fervor a Deus para que salvasse aquela criança.
No dia imediato os dois chegaram à secção, no período da tarde, pois trabalhavam só meio expediente, mas Raul não teve coragem de perguntar nada ao amigo. Temia pela resposta.
Mas Ronaldo tomou a iniciativa, dizendo: minha esposa e eu não conseguimos dormir esta noite...
O coração do amigo bateu acelerado..., mas não falou nada.
Logo Ronaldo concluiu: resolvemos deixar que venha mais um...
Raul explodiu em lágrimas de profunda alegria e alguns meses depois estava na festa de um ano de Ana Paula, a segunda filha do casal, contemplando, feliz, o paizão exibindo as duas meninas, uma em cada braço.
O tempo passou e um dia, após retornar de breve viagem, Raul não encontrou o amigo na repartição, e quis saber o que havia acontecido.
A chefe lhe falou: então você ainda não sabe?
Não, me diga o que houve, por favor. E a notícia lhe abalou novamente a estrutura ao ouvir a resposta:
A filha mais velha do Ronaldo faleceu.
Raul dirigiu-se imediatamente para o lar dos amigos para encontrar o casal em profunda tristeza.
Ronaldo, que chorava discretamente com a filha adormecida em seu colo, disse com profunda dor ao amigo:
Quero lhe agradecer por ter salvado minha vida. Sim, porque se você não tivesse evitado que eu matasse Ana Paula, a essa hora eu já teria matado a mim, movido pelo remorso e pelo desespero.
Os amigos se abraçaram e choraram juntos por algum tempo. Mas Raul não esqueceu de agradecer a Deus por ter atendido as suas preces, poupando a vida daquela criança, que agora dormia, serena, no colo do pai, que um dia havia pensado em mata-la, no ventre da mãe.
Equipe de Redação do Momento Espírita. Texto baseado em história contada por Raul Teixeira em palestra na Comunhão Espírita Cristã de Curitiba-PR, no dia 11/04/02. 

* * * Estude Kardec * * *

CONSELHO ESPIRITA INTERNACIONAL
FEDERAÇÃO ESPIRITA BRASILEIRA

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Comemoração Espírita do Natal


http://www.cvdee.org.br/artigostexto.asp?id=011

Comemoração Espírita do Natal (Artigo 2 de 5)
       





As antigas e primitivas civilizações viviam quase que exclusivamente da caça e da pesca para a sobrevivência. O instinto sobrepujava a razão e a vida em coletividade propiciava certamente grandes reuniões em torno da comida caçada, seja para festejar a vitória do homem sobre o animal, para saciar a fome ou pelo prazer de estarem juntos.

O progresso da humanidade pela utilização da inteligência proveu ao homem sua casa, sua roupa, suas armas, até a invenção das letras e o registro escrito das idéias, mas o senso de coletividade, da vida em sociedade descrito no Livro dos Espíritos(1) sempre existiram e todas as grandes ou pequenas reuniões sempre foram acompanhadas de farta alimentação, não raro para "informar" a condição social do grupo.

Este hábito milenar não mudou. Pequenas e singelas reuniões espíritas também são acompanhadas do tradicional chazinho, bolinho, bolachinha e outros humildes "inhos", reflexo das fortes impressões secularmente marcadas em nosso espírito.
Daí, para entendermos a razão de comemorarmos o Natal com banquetes deslumbrantes, bebidas alcoólicas e demais desatinos não é necessário muito exercício de raciocínio.
O que nos interessa, portanto, após a compreensão desse fato, é desvinculação dele do verdadeiro sentido da data natalina. Já que não podemos fugir da convenção da existência do 25 de dezembro como sendo a comemoração do nascimento de Jesus; não podemos nos esconder no porão da casa para fugir ao consumismo comercial provocado pela euforia da troca de presentes, nós espíritas devemos nos envolver mais profundamente com seu significado maior, lembrando aos amigos e freqüentadores das Casas Espíritas que Jesus, em nenhuma hipótese espera que comemoremos seu aniversário empanturrados de comida ou bêbados, pois Ele veio nos ensinar a viver em paz, a amar os semelhantes e a compreender Deus como Pai bondoso e sempre disposto a nos oferecer oportunidades de aprendizado através da reencarnação como forma de crescer espiritualmente e atingir as altas paragens espirituais, até sermos perfeitos(2).
Lembrar aos espíritas, que a data é propícia para as famílias que realizam reuniões de estudos do Evangelho no Lar, oferecerem neste dia aos demais familiares a oportunidade de comemorar o Natal sem os exageros conhecidos. Participar da vida social normalmente, participando até das conhecidas brincadeiras de amigo secreto, almoço confraternativo na empresa também faz parte do nosso dia-a-dia terreno, porém , tendo sempre em mente a condição espírita: o Natal é uma alusão ao nascimento do Cristo e em nenhuma hipótese os exageros devam fazer parte de nossa vida e o nosso exemplo junto aos não espíritas poderá ser uma útil fonte para reflexões.

(1) O Livro dos Espíritos, A. Kardec - Q. 766 - 76ª Ed. - FEB
(2) O Livro dos Espíritos, A. Kardec - Q. 112/113 - 76ª Ed. - FEB

Fonte de pesquisa:http://www.cvdee.org.br/artigostexto.asp?id=011